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A realidade das agências de propaganda, infelizmente é essa. O briefing se tornou descartável.
Os suspeitos do crime são vários. O anunciante que teima em passar o menor número de informações possíveis é um deles. Os outros são o atendimento que quer tudo pra ontem e não pode dedicar 20 minutos do seu tempo para elaborar o falecido de forma correta e nós criativos que já nos acostumamos com a idéia de receber o dito cujo de tudo quanto é jeito. Com duas linhas, falado, em bloquinho de papel.
Não me surpreenderia se um dia recebesse um em papel de pão. Uma barbaridade como essa, não podia passar impune. O anunciante não tem os resultados que esperava e a agência não consegue mostrar o trabalho de qualidade que se propôs a fazer. Particularmente, só vejo uma saída para esse problema.
Vamos todos voltar pra faculdade. Lá o briefing tem três, às vezes quatro páginas. Já pensou, um dia receber um desses? A cada dia que passa, um briefing completo, se torna ainda mais necessário. Pena que ninguém percebeu isso.
Bem, agora que a morte já foi constatada, só nos resta rezar, para que o defunto reencarne o mais rápido possível.
Bruno Lobo Viana
Redator da Cia. Santista de Publicidade
Gustavo em 07/02/2008
concordo em número e grau!
MARCOS em 21/08/2006
SAD
Mauricio em 29/05/2005
Nossa, parabéns bruno! Você disse o que todo mundo que trabalha no desenvolvimento pensa. Que venha muito mais artigos seus! Muito bons.
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